domingo, 23 de janeiro de 2011

Skins: quinta temporada.

Estréia na próxima quinta, dia 27, na Inglaterra, a 5° temporada da série de televisão Skins. Contando a vida dos adolescentes de forma crua e direta, Skins conquistou uma legião de fãs por todo o mundo.


Parte do elenco original de Skins


Festas, sexo e drogas fazem parte da realidade dos adolescentes na série. O diferencial é que esses temas estão longe de serem o assunto principal. O foco são os relacionamentos: com os amigos, os amores, os familiares e, acima de tudo, consigo mesmos e com o mundo. Além de se relacionarem entre eles, esses adolescentes tem que lidar com pais tão perdidos quanto eles, com professores que os tratam como crianças e com psiquiatras mais loucos do que seus próprios pacientes.



A segunda geração da série.


Até agora foram dois elencos divididos em quatro temporadas. Effy Stonen, interpretada por Kaya Scodelario, foi a única personagem a aparecer em todas as temporadas, saindo de uma pequena participação na primeira, passando por uma aparição um pouco maior na segunda, até se tornar a personagem principal na terceira e na quarta. Um novo elenco estréia na quinta temporada, e dessa vez sem nenhum personagem antigo entre os principais. É claro que falar em “principal” em Skins é algo complicado, tendo em vista que cada episódio é estrelado por um dos personagens. Ainda assim, não tem como negar que alguns recebem mais destaque do que outros.


Os novos "skins".

A primeira temporada foi a mais engraçada, sem, contudo, perder sua base dramática. Já na quarta, o drama atingiu seu ponto máximo, e parecia não haver um segundo de trégua. Não sei direito o que esperar dessa quinta. Gostaria muito que o clima da primeira voltasse, mas, realisticamente, acho que ela vai seguir um rumo próximo ao da última. Independente disso, se os personagens continuarem tão reais e cativantes quanto os anteriores, (é quase certo que) valerá a pena.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Golden Globe Awards - Melhores e Piores vestidos.


Não queria deixar o Golden Globe passar em branco, mas como não assisti a todas as produções concorrentes, não tenho meios para ficar dando opiniões sobre quem ganhou o que, ou quem deveria ter ganho o que. É claro que fiquei super feliz ao ver Jim Parsons (Sheldon - The Big Bang Theory), Jane Lynch (Sue Sylvester - Glee) e Chris Colfer (Kurt - Glee) vencerem em suas categorias. E não fiquei nada surpresa ao ver Natalie Portman vencer por Black Swan (ainda inédito no Brasil) e Johnny Depp ficar sem nada, mesmo concorrendo em duas vagas na mesma categoria. Ainda assim, vários dos filmes e séries que concorreram ao prêmio eu simplesmente não conheço. Por isso, decidi fazer juz ao título do blog e criar o post mais girly até agora. Com vocês, minha seleção de Best e Worst dressed do red carpet desse ano.


Worst Dressed.


Decidi eleger somente três, pro post não ficar muito extenso e maçante. Não foi fácil. A princípio, pensei em elencar Helena Bohan-Carter, Christina Aguilera e Jennifer Lopez, que são figurinhas carimbadas no topo das listas de mais mal vestidas de sites e revistas por aí afora. Pensando melhor, porém, me lembrei de que essas três celebridades possuem cada uma um estilo próprio, bem marcado, e seus "pecados" fashion são todos cometidos em nome de seus estilos. Eu com certeza não gostei da roupa de nenhuma delas, mas decidi escolher umas figurinhas diferentes pra ilustrar este post.



Heidi Klum não sabia o que vestir, arrancou as cortinas de três cômodos diferentes da casa, costurou tudo junto e jogou em cima dos ombros.




January Jones deu uma lição de como tentar ser sexy e conseguir apenas um epic fail. E o que são aqueles bojos do vestido super marcados? Se é que dá pra chamar isso de vestido...



Tenho que confessar que não simpatizo com a Hale Barry, mas até mesmo quem gosta dela tem que admitir que dessa vez ela mandou muito mal. Não parece que ela roubou esse vestido do armário da J-Lo?

Best Dressed

Outra lista dificílima. Foram muitos vestidos elegantes, verdadeiros sonhos de consumo. Pra deixar o post simétrico, porém, também escolhi só três.



Dianna Agron é o melhor exemplo para ilustrar o meu principal critério de seleção: simplicidade e elegância. Não sabe o que vestir? Escolha algo simples e clássico que com certeza você vai ficar bem vestida. Ou bem vestido, porque esse conceito também vale para os homens.



É impossível não amar o contraste do verde musgo do vestido com a pele clarinha de Catherine Zeta-Jones. Além disso, a textura do tecido dá uma certa vida à roupa, sem cair no exagero.



Last but not least, Scarlett Johansson, com um vestido que, apesar de todos os brilhos, é leve e incrivelmente elegante.



Para uma lista mais extensa de melhores e piores, o site que foi a fonte de todas essas fotos: http://www.etidbits.com/golden-globes-2011-who-was-the-best-and-worst-dressed-photos=1630

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Summer Soul Festival

Começou em Florianópolis, no último dia 08, a primeira edição do Summer Soul, festival que ainda passará por Recife, no dia 13, e São Paulo, no dia 15 deste mês. A atração mais esperada era Amy Winehouse, britânica que desde 2006 vem escrevendo seu nome na história do Jazz e do Soul. Menos conhecidos dos brasileiros, contudo, Mayer Hawthorne e Janelle Monáe com certeza fizeram alguns milhares de fãs em sua primeira apresentação no país, e ainda vão conquistar muitos mais antes de irem embora.

Mayer Hawthorne




É apontado pela Wikipédia como cantor, produtor, compositor, engenheiro de som, DJ, rapper, arranjador e multi-instrumentista. Com tantos talentos combinados, ele produz músicas muito gostosas de se ouvir. É difícil não gostar.

O primeiro show da noite foi o dele. Simpático, interagiu muito com o público, perguntando a cada música “feeling good so far?”, contando histórias, como a do segurança que o confundiu com Tobey Maguire, e dizendo “obrigado” (sim, ele aprendeu a agradecer em português). Suas músicas mais dançantes são aquelas que compelem o público a dançar “estilo anos 60”, balançando os joelhos e os pés de um lado para o outro. Minhas favoritas são “One track mind” e “Your easy lovin’ ain’t pleasin’ nothin’”.

Janelle Monáe




Cantora, compositora e bailarina, Janelle fez o segundo e o mais produzido show do festival. Extremamente performática, dançou muito, e mostrou que até Moonwalk sabe fazer. Sua voz, da qual usou e abusou, é a de uma verdadeira diva do soul. Algumas de suas músicas tem um leve toque eletrônico, o que combina com a inspiração robótica de seus dois álbuns: Metrópolis e ArchAndroid. Destaque para o single “Cold war” e para “Sincereraly, Jane”, em que faz uma crítica social:

“ The way we live
The way we die
What a tragedy, I'm so terrified”


A única interação que teve com o público, no entanto, foi um “obrigada” ao final. É, ela também andou se informando sobre como agradecer em português, o que não tirou a impressão de que ela fez no palco estritamente o que ensaiou. O que também não significa que ela não tenha arrasado.

Amy Winehouse




Conhecida por seus escândalos envolvendo drogas e bebidas, Amy calou a boca dos céticos no último sábado. Aos que temiam que seu show, caso não fosse até mesmo cancelado, só duraria uns vinte minutos, ela respondeu com uma apresentação de mais de uma hora. Sim, ela cometeu algumas gafes, como errar a letra de uma música e dar uma balançada no palco, como se fosse tropeçar. A cada música, ela se voltava para o baixista, como se não soubesse o que fazer a seguir. Isso incomodava um pouco o público. O show poderia ter sido melhor? Com certeza, se ela estivesse no auge. Mas considerando todos os seus problemas, seria loucura de quem comprou um ingresso esperar um mega show. Pra mim, ouvir aquele vozeirão ao vivo já valeu.

Sorridente e simpática, Amy foi um meio termo entre a falta de diálogo com o público de Janelle e a empolgação de Mayer. Acenou para o público e declarou “I love you”. E conforme o show ia passando, ela ia ficando mais confortável no palco. Quando cedeu seu lugar para um dos backing vocals cantar uma música solo, tomou o lugar dele e ficou fazendo dancinhas.

Muito já se falou sobre a música de Amy, e meu propósito com esse texto foi falar mais sobre os “desconhecidos” Janelle e Mayer. Aqui vou apenas citar minhas favoritas da Amy: “Tears dry on their own”, “You know I am no good”, “Valerie”, “Adicted” e “Fuck me pumps”, essas duas últimas não foram tocadas no show.

Agora, as oportunidades de ver esse trio ainda esse ano estão bem mais escassas, mas vale a pena procurar as músicas deles para conhecer. E torcer para que voltem em breve.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Tron: Legacy

Por motivo de força maior fui assistir a Tron: Legacy, em 3D. O filme é exatamente o que eu esperava: bem fraquinho.

O filme é 100% comercial, com efeitos especiais, enredo e direção comercial. Por ser um filme da Disney, é do tipo “diversão para toda a família”, com cenas de ação e disputas entre bem e mal, sem, contudo, que nada muito trágico aconteça. Ainda assim, a Disney já fez filmes muito melhores do que Tron.

A história se baseia na primeira versão do filme, lançado em 1982, mas não é exatamente uma seqüência. Na versão atual, Jeff Bridges interpreta Kevin Flynn, mesmo papel que lhe pertenceu no original. Dessa vez, contudo, Flynn não é apenas um jovem engenheiro de softwares, mas a mente brilhante por trás de uma grande empresa chamada Encom. Ao desaparecer, ele deixa seu filho, Sam Flynn (Garrett Hedlund), órfão e herdeiro da empresa. Quando Sam volta ao antigo fliperama do pai, ele inicia um programa de computador que o leva para dentro da “grade”, espaço virtual em que o pai estava trabalhando quando desapareceu. Lá dentro, Sam encontra seu pai e se vê obrigado a lutar contra o clone virtual deste, o vilão Clu.

Sim, eu sei que o filme foi feito para ser bonitinho e que a classificação indicatória é 12 anos, mas eu achei diálogos fraquíssimos. Achei o filme muito monótono, sem momentos mais cômicos ou mais líricos, apenas passando em um fluxo contínuo. O personagem Kevin Flynn, visto como “o criador” do mundo virtual é uma óbvia referência a Obi-wan Kenobi, tanto pela barba e pelas roupas, quanto pela atitude meditativa. E a cena final,como meu irmão foi extremamente gentil em me recordar, é uma referência ao clássico Blade Runner, ficção ciêntífica muito melhor do que Tron, devo acrescentar.

Jeff Bridges como Obi-wan Flynn

O 3D do filme também deixa a desejar. Logo no início, há um aviso de que algumas cenas são em 2D, algo que fica nítido ao espectador durante o filme. Eu não sou uma grande fã do 3D, mas se é para usá-lo, que o usem direito. Fazer um filme misturando 2D e 3D é uma alternativa para barateá-lo e ainda assim atrair o público com uma falsa promessa. Acho que se o filme se propoem a ser em 3D, que seja inteiramente filmado com essa técnica. Além disso, o Tron é muito escuro. Não sei se isso é culpa do 3D, cujos óculos filtram a passagem de luz, o que deixa o filme mais escuro, ou se foi realmente feito assim. Não sei.

Um personagem que é um pouco mais interessante é Zuse (Micheal Sheen). Dono de uma animada casa noturna no mundo virtual, é o personagem excêntrico do filme. É justamente na sequencia que se passa no bar que aparece a dupla francesa Daft Punk, autores da trilha sonora, que ficou fantástica.

Enfim, Tron: Legacy não é um grande filme. Tenha certeza de ter esgotado todas as suas opções antes de entrar no cinema para assitir. Falo sério.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Depp versus Depp

Saiu hoje a lista dos indicados ao próximo Globo de Ouro, prêmio concedido anualmente pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, e considerado o principal “aquecimento” pré-Oscar. Os campeões de nomeações foram Rede Social e O discurso do Rei, com seis e sete indicações, respectivamente. O que chamou a minha atenção, contudo, foram as indicações para melhor ator de filme musical ou comédia, em que o nome de Johnny Depp apareceu duas vezes, por diferentes papéis.

Indicado tanto por seu chapeleiro maluco em Alice no País das maravilhas quanto por seu papel no ainda inédito (no Brasil) O Turista, Johnny Depp vai concorrer contra ele mesmo pelo Globo de Ouro 2011. Eu não sei se um ator indicado por dois papéis na mesma premiação é algo que já aconteceu antes, acredito que sim, ou a imprensa estaria fazendo o maior estardalhaço. Não deixa de ser, contudo, um fato curioso.

Depp como o Chapeleiro maluco...

Que Johnny Depp é um dos melhores atores da atualidade ninguém duvida, mas na minha opinião, nomeá-lo duas vezes na mesma categoria de uma premiação demonstra de duas uma: ou uma visão muito estreita da comissão eleitora, ou há uma carência de bons atores no mercado.

Digo isso porque não considero que Depp esteja genial em Alice no País das maravilhas. O personagem ficou uma mistura de Sweeney Todd, Willy Wonka e Jack Sparrow. Ou seja, nada muito diferente do “padrão” Depp. Não sei como ele está em O Turista, mas pelo trailer, é apenas um Depp mais contido. Tudo isso me faz ter a impressão de que ele foi nomeado apenas por falta de melhor alternativas. Nada me tira da cabeça que, se duas atuações de Depp fossem disputar entre si, deveriam ser seus papéis em Edward mãos de tesoura e em A janela secreta, este último sendo, na minha opinião, o último filme em que o ator mostrou uma atuação realmente diferente, talvez por não ter sido dirigido por Tim Burton.Esse sim seria um páreo duro.

... contra Depp em O turista.

Não quero desmerecer Johnny Depp. Acho que o “problema” dele é o mesmo que citei em relação a Zach Galifianakis aqui: ele ficou muito famoso por um só tipo de papel, o de personagem excêntrico. Diferentemente de Zach, porém, acredito que Depp ainda terá muito mais espaço para papéis diferentes destes últimos. Quem sabe até um novo Edward mãos de tesoura, sereno e profundo, em contraste com o amalucado e agitado chapeleiro? Mas, em relação ao contexto atual, fico triste em perceber essa falta de bons atores para rivalizar com ele e ocupar as vagas na disputa. Espero que isso mude em breve.

P.S.: É claro que O Turista ainda pode me surpreender, algo que eu vou achar maravilhoso se realmente acontecer.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vem aí: Piratas do Caribe 4.

O melhor seria Pirata do Caribe 4, já que Orlando Bloom e Keira Knightley estão fora do filme, e Johnny Depp assume de vez o papel de protagonista isolado. Que essa sequência é apenas (mais) uma desculpa para lucrar com a imagem do pirata atrapalhado e cheio de trejeitos Jack Sparrow (Depp), todo mundo já sabe, mas tem como negar que o personagem cativa? E dessa vez, sua companhia será Penélope Cruz, que com certeza vai satisfazer às fantasias de muitos marmanjos de plantão vestida de pirata, apesar de se tratar de um filme da Disney para crianças/adolescentes.

Primeiras imagens de Piratas do Caribe 4: Johnny Depp e Penélope Cruz em cena.

Piratas do Caribe: Navegando em águas misteriosas (Pirates of the Caribbean: on stranger tides) está marcado para estrear dia 20 de maio de 2011, mas o primeiro trailer sai em breve, 13 de dezembro. Eu não sou fã incondicional de blockbusters, mas também acho errado criticá-los somente por serem o que são. Tenho que confessar aqui que adoro Piratas do Caribe, mas não estou morrendo por essa sequencia. Acho que, na melhor das hipóteses, vai ser uma boa distração.


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Fonte:

http://www.cinemaemcena.com.br/Ficha_filme.aspx?id_noticia=35479&id_filme=6427&aba=cinenews
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http://www.piratasdocaribe4.com/

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Na velocidade da web.

Fazer um filme sobre uma invenção recente é a cara do século XXI, época em que o “rápido” já está se tornando uma velocidade ultrapassada. Em A rede social (The social network), o diretor David Fincher imprime ao filme exatamente a velocidade segundo a qual o mundo gira atualmente: a velocidade da internet.

O Facebook foi criado em 2004, por Mark Zuckerberg. Originalmente, era exclusivo para alunos de Harvard. Hoje, possui mais de 50 milhões de usuários. O filme reflete a velocidade dos acontecimentos que originaram a rede, com cena ágeis e cortes rápidos. As falas, principalmente de Zuckerberg, interpretado pelo excelente Jesse Eisenberg, são tão rápidas que chegam a ser difíceis de acompanhar. Oscilando entre as cenas de dois diferentes processos judiciais no presente, e cenas sobre o passado a que os processos se referem, o filme prende a atenção do início ao fim.

A história da criação do Facebook é muito conturbada, e ao contá-la, A rede social pisa nos calos de muita gente, mas o principal alvo é Zuckerberg, cuja imagem chega muito próxima a de um babaca completo. Ele freqüentemente ofende as pessoas por dizer tudo o que pensa, deixa seu melhor amigo e financiador de lado e ignora os colegas com quem anteriormente havia firmado um compromisso.

Andrew Garfield como o certinho Eduardo Saverin e Jesse Eisenberg como o nerd Mark Zuckerberg.

Personagens lineares, só bons ou só maus, foram muito usados no início do cinema, principalmente em melodramas moralizantes. De lá pra cá essa configuração ficou chata, e os personagens circulares, complexos, que praticam tanto boas quanto más ações tornaram-se majoritários. Em A rede social, porém, os personagens chegam perto de serem lineares. Quando parece que Mark Zuckerberg vai deixar de ser um babaca egocêntrico para fazer algo legal pelos amigos, a esperança do espectador cai por terra com outra frase de desprezo despejada sem pensar. Já Eduardo Saverin (Andrew Garfield) fica mais como o coitadinho ingênuo, enquanto que os gêmeos Winklevoss (Armie Hammer) parecem simplesmente otários. Com tudo o que acontece no filme, fica difícil entender quem fez o que e quem tem direito a que na criação do Facebook, mas os rumos levam à conclusão de Zuckerberg é o vilão da história, e nem mesmo a insinuação de que tudo o que ele fez foi por causa de uma garota ameniza essa impressão.

Pode ser difícil entender as motivações desses personagens, mas observá-los agir dá o que pensar. Por serem retratos de pessoas reais, sua natureza humana prende ainda mais a atenção. Ir ao cinema com o intuito de julgá-los, porém, é perda de tempo. Mais vale se impressionar com a intricada rede de relações sociais que só nos lembra como as interações via web são tão mais simples do que as dos mundo real.